2 de abril de 2014

O portenho I - o taxista

O primeiro portenho com quem tive contato foi o taxista que nos levou ao hotel, onde ficaríamos durante uma semana à procura de apartamento. Muito simpático, ele começou a nos ensinar um pouco da língua. Foi então que eu aprendi que "yo" era uma mistura de "xô" com "jô", e não o "djô" que costumava falar, pelo menos não aqui. Logo emendou um papo sobre futebol, o que ocorreu com 90% dos taxistas que pegamos, e demonstrou uma certa admiração pelo futebol brasileiro (pois é...).
 
De modo geral, eles foram muito amistosos e muito atenciosos. Sei que a fama do taxista portenho não é muito boa. Recebi até algumas recomendações sobre dinheiro falso. Não duvido que aconteça, mas graças a Deus ainda não aconteceu comigo.
 
Mas o que eu mais gosto dos taxistas portenhos é que eles são ótimos guias (turísticos/culturais/gastronômicos). Recebi várias dicas sobre o que fazer com as crianças nos finais de semana, aonde ir nos feriados, onde comprar mais barato, onde comer bem, onde devemos andar mais atentos por conta da violência etc. O taxi aqui já é mais barato do que no Brasil e ainda levamos um guia de "regalo".
 
:) são divertidos
:) prestam consultoria gratuita
:) conhecem o destino pelo nome e número da rua
 
:( não hablam despacio
:( ligam o rádio sem perguntar
:( podem falar um pouco demais
 
 
Post escrito no restaurante Club de la Milanesa. Esquina das ruas Juramento e Conesa, em Belgrano.
 
 
 
 

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