28 de abril de 2011

Meeting Walter Williams

Assisti a esta entrevista, gostei muito e resolvi dividir com vocês. É um pouco longa, mas vale a pena. Num determinado momento, o segundo vídeo fica sem legenda. Mas, se a gente fizer uma forcinha, dá para entender. 

Concordando ou não, "he's got a point"!



26 de abril de 2011

Sobre cultura

"Cultura é tudo aquilo de que a gente se lembra após ter esquecido o que leu. Revela-se no modo de falar, de sentar-se, de comer, de ler um texto, de olhar o mundo. É uma atitude que se aperfeiçoa no contato com a arte. Cultura não é aquilo que entra pelos olhos, é o que modifica seu olhar."
José Paulo Paes 

25 de abril de 2011

Dia Internacional do Pinguim

Pois é,   existe um dia para tudo o que vocês possam imaginar. 

O Pinguim
(Toquinho e Vinícius)

Bom dia, pinguim
Onde vais assim
Com ar apressado?
Eu não sou malvado
Não fique assustado
Com medo de mim
Eu só gostaria
De dar um tapinha
No seu chapéu jaca
Ou bem de levinho
Puxar o rabinho
Da sua casaca

Quando você caminha
Parece o Chacrinha
Lelé da cachola
E um velho senhor
Que foi meu professor
No meu tempo de escola
Pinguim, meu amigo
Não zangue comigo
Nem perca a estribeira
Não pergunte por quê
Mas todos põem você
Em cima da geladeira


Este post não contém nenhuma mensagem subliminar. É falta de assunto mesmo.

20 de abril de 2011

Mais um equívoco recorrente

Cá estou eu novamente, com a vareta na mão, para falar sobre regrinhas gramaticais. Desta vez, um equívoco recorrente, embora inofensivo, muito encontrado no mundo virtual: acentuação inadequada de algumas palavras oxítonas.


Oxítonas terminadas em i e u só são acentuadas se estas vogais forem precedidas de ditongo (Piauí), ou se formarem um hiato com a vogal anterior (b). Portanto, se vierem precedidas de consoante, nada de acento: zumbi, guri, Aracaju, caju, baiacu, além dos apelidos carinhosos Lu, Ju, Malu... 



"É importante saber, para errar com propriedade."

18 de abril de 2011

Nós merecemos...



Nós moramos em uma cidade diferente, longe de parentes. Passamos todos esses dias sem eles. Se quisermos nos reunir, temos que pagar a passagem além de depender do patrão para dizer se podemos ou não nos ausentar do trabalho. Mas nós somos os verdadeiros culpados pelos crimes que os bandidos cometem, não é mesmo? Esses são os direitos humanos defendidos pelas pessoas de bom coração. 

16 de abril de 2011

Arrocha!

Há um tempo, descobri a precursora do arrocha: Grace Jones, quem diria... Prestem atenção ao ritmo e me digam se isso não serviu de inspiração para o arrocha. Quem souber dançar, se jogue! Bom final de semana!


P.S.: eu morria de medo da Grace Jones quando era criança. E eu acho q tinha certa lógica.

15 de abril de 2011

Peça infantil (?)

Sábado passado, levamos os pequenos ao teatro pela primeira vez. Nunca pensei, mas eles ficaram quietinhos durante os 60 minutos de espetáculo. Ao final, meu primogênito disse, com um sorrisinho de canto de boca: eu gostei do teatro! hehehe Eu também adorei a peça, que é uma versão para crianças da obra de George Orwell "A Revolução dos Bichos". Quem puder ir, mesmo sem crianças, eu aconselho. Principalmente para quem ainda não leu o livro. Teatro pequeno e preço bom.




Teatro Cultura Inglesa 
Rua Dep. Lacerda Franco, 333 - Pinheiros
Telefone: 3814-0100
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Apresentações: 12 de março a 15 de maio. Sábados e domingos às 16
Classificação livre

"Um peso, duas medidas"

Assunto cansativo esse do Bolsonaro X Preta Gil. Mas, a reação do povo (ou da parte do povo que tem a opinião "correta") me fez escrever este post. 

Quanto mais românticos, mais bonitos são os discursos. E mais empolgantes, e mais apaixonados e, consequentemente, mais cegos. Ora, não é porque o deputado Jair Bolsonaro diz algumas asneiras que devemos julgar antecipadamente tudo o que sai da sua boca. Aliás, tenho um nome super in para isso: preconceito. Não estou dizendo que as pessoas não possam discordar com o que o deputado diz mas, para discordar, é necessário, primeiro, ouvir. E eu duvi-de-o-dó que a maioria dos que falam tenham assistido ao programa. Eu assisti e vou confessar que ri muito. Aliás, eu sempre rio com o Bolsonaro. Não por ser má, mas por achá-lo um personagem engraçadíssimo. E não se enganem: concordo com muitas das coisas que ele diz. Talvez, se ele não fosse tão caricato, as pessoas o ouvissem de outra forma. Mas, da mesma forma que concordo, também discordo de muita coisa, como ele dizer que homossexualismo se resolve com porrada e que numa família de pais presentes, o filho jamais será homossexual. Outro ponto de total divergência é ele ser a favor do aborto, por exemplo. 

Agora, vamos ao problema que criaram. Ao responder à pergunta da Preta Gil, ele deu uma resposta tão descabida que, na hora, duas coisas me vieram à cabeça: ou a edição trocou a resposta, ou ele (como havia respondido várias perguntas sobre gays) não entendeu a pergunta. Dava para notar, perfeitamente, que a resposta não se encaixava na pergunta. Quem não notou estava possuído pela cegueira da paixão ou pela má-fé mesmo.

A oportunista da Preta Gil que, convenhamos, não é nada além de ser filha do Gilberto Gil, aproveitou-se da situação para fazer um drama e ganhou o apoio da grande massa de cabeça lavada. O que sempre me chama  a atenção nesses casos é o fato de as pessoas repetirem coisas sem analisar. E depois, a mente fechada sou eu! Me enoja o fato do politicamente correto ter tomado conta da sociedade de tal forma, que tudo o que ensaie umas braçadinhas contra a maré (vermelha) é considerado crime, ainda que não o seja perante a lei. Querem cassar o mandato do Bolsonaro apenas por ele falar o que pensa. Será que as pessoas não percebem que isso é cometer o mesmo "mal" que elas dizem estar combatendo? Até onde será que isso vai? 

Ainda no mesmo programa, Jair Bolsonaro disse que nenhum pai tem orgulho de ter um filho gay. Isso causou a reprovação de alguns telespectadores e um certo desconforto no Marcelo Tas, que tem uma filha gay. No programa seguinte, ele mostrou uma foto da filha dizendo que tinha muito orgulho de ser pai da Luiza . Notem que ele não disse que tem orgulho da Luiza ser gay, ele apenas tem orgulho da sua filha. Agora me digam, qual é a lógica de alguém ter orgulho de ter um filho gay? Os pais têm orgulho de ter filhos decentes, honestos, responsáveis, de bom caráter, independente de serem gays ou héteros. Quanta bobagem! Não esqueço também que, certa vez, perguntaram ao Tas, no twitter, se ele era gay. A sua resposta foi: Sou hétero. Ninguém é perfeito! Agora me digam se fosse o Bolsonaro falando de um dos seus filhos: Sim. Ele é gay. Ninguém é perfeito! Que babado não seria, hein? Caso de homofobia explícita! Inadmissível! 

"Um peso, duas medidas", definitivamente, não dá para mim. 

12 de abril de 2011

Ói eu aqui!

Sumi do blog e sumi da internet. A culpa é dos inventores do novo padrão brasileiro de tomadas. Prometo que volto em breve. Inté!

1 de abril de 2011

Omnibus

"Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."
                                                                                   João Guimarães Rosa 

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