11 de fevereiro de 2011

Lindo, lindo, lindo. Me acabei de chorar!


Bom final de semana!

A alta da merda

Antigamente, o povo não tinha direitos nem reconhecimento. Sua cultura era menosprezada, na verdade, nem era reconhecida. O povo não escrevia livros, não fazia música, não votava, não fazia arte nos muros e viadutos das grandes cidades, não falava diante de câmeras de televisão, quanto mais diante das câmeras da maior representante da elite (essa palavra deve ser acompanhada de vários adjetivos que prefiro não mencionar) no Brasil.
Enfim, havia um tempo em que a elite impunha as regras... e esse tempo era bom...




A massa rude e ignara tem sede de conhecimento, tem muito mais a aprender do que a ensinar. É um absurdo tentar dizer que merda é uma iguaria digna de ser apreciada só para o povo não se sentir desprestigiado. Deveriam pelo menos ter a decência de avisar: "olha, isso aqui é merda, mas tem gente que gosta. Você tem todo o direito de gostar também." Pronto. Agora, vender merda como se fosse caviar é o fim! Demagogia me dá náuseas.

10 de fevereiro de 2011

Um lugar onde posso ser quem eu fui


Saubara sempre foi uma daquelas coisas que somos obrigados a fazer quando ainda não temos o direito de exercer nosso livre arbítrio. Mesmo reclamando, sempre curtia as viagens. Assim são as crianças, conseguem tirar sempre o melhor das situações. Meus sentidos estavam sempre aguçados. Sentia tão profundamente que criei uma espécie de "memória sensorial". Da mesma forma que a minha memória guarda acontecimentos, assim também guarda sensações.

Esse ano, voltei lá mais uma vez e tive o prazer de sentir tudo de novo. Aquela imensidão de areia, aquela brisa fazendo um barulhinho gostoso no ouvido, a sensação de paz, de estar em harmonia com aquilo tudo... e liberdade, me senti livre como uma menina de 10 anos. Pode-se dizer que eu experimentei várias vezes e de uma só vez aquele minuto, talvez segundo de felicidade plena, de gozo da vida. Aquele momento em que é necessária muita atenção, concentração e entrega, caso contrário, ele passa e você acaba não vivendo o que de fato viveu. O interessante é que senti da mesma forma, embora eu já não seja a mesma. Foi como comer um quitute da vovó e, mesmo depois de anos, sentir exatamente o mesmo sabor, como se o paladar não tivesse mudado.

Além de tudo, havia as crianças. A cada sorriso, a cada gesto de euforia, eu imaginava se elas estavam compartilhando daquele mesmo sentimento, como se isso fosse possível.

Pretendo viajar muito nessa vida, Paris e Nova Iorque estão ansiosas para me ver. Tenho certeza que cada lugar trará contribuições para a minha memória sensorial, mas esse poder de parar o tempo só para me agradar, só a Saubara.

1 de fevereiro de 2011

Crianças...

Estava brincando de carrinho com meu filho, quando ele disse:
Mamãe! Tá tocando uma música neste carro.
Eu perguntei:
Ah é? E qual é a música?
E ele respondeu cantando (do jeito dele, é claro):
We will, we will rock you!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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