26 de outubro de 2010

Dificuldades de um apolítico

Coisa mais que difícil para um apolítico é votar. Falo por mim, que não tenho espaço suficiente no meu HD para armazenar todos os erros, acertos, feitos e desfeitos dos políticos, assim como não tenho tempo para ficar pesquisando a fundo o passado de cada um deles. Para ser sincera, acho que mesmo se tivesse todo o tempo do mundo, dedicaria uma porcentagem muito pequena a esse tema. Simplesmente, não tenho afinidade. Infelizmente, não gostar de política não é o mesmo que não gostar de moda, futebol ou jiló. Temos que ter, ao menos, alguma noção, nem que para isso usemos o bom senso no lugar do conhecimento, digamos, técnico.

Acho muito injusto colocar o povão que não tem educação nenhuma, porque o próprio governo não deu, para votar e depois ser criticado porque não votou certo. Mais injusto ainda é permitir que personagens sejam candidatos, que a política vire, oficialmente, um circo. Certo mesmo é que o voto seja facultativo, para que a pessoa considerada "analfabeta política" tenha a opção de fazer o que quiser com seu direito de votar. Mas, trabalhemos com o que temos.

Muito se fala em voto consciente nessa época de eleição. Como já falei anteriormente, voto consciente = voto do engajado, ou seja, o engajado do PSDB e aliados acha que votar consciente é votar em Serra, já o engajado do PT e aliados acha que votar consciente é votar em Dilma. Para o não engajado, sugiro que procure fugir dessas briguinhas de campanha que só fazem confundir a cabeça de quem não acompanha a política de forma mais aprofundada. Em todo partido político, assim como em toda empresa, estatal ou privada, existe corrupção. Saber exatamente qual é o político que vai se corromper é, praticamente, impossível. Mas, podemos fazer o mínimo, que é não votar naqueles em que temos certeza das infrações ou atitudes condenáveis. Promessas são promessas. A coisa mais fácil é prometer (se bem que tem candidato por aí com dificuldade até nisso... gagueja, repete bordões e fala como se não tivesse o mínimo conhecimento sobre o assunto... mas, não estou aqui a serviço de ninguém, só estou exercitando o bom-senso). Tomar conhecimento da ideologia de cada partido é uma boa saída. E se, por um acaso, você achar que nenhum deles representa seus princípios, valores ou ideias, simplesmente, vote nulo. Votar nulo não é desperdiçar seu voto. Nós não podemos votar num partido no qual não acreditamos só para não sermos considerados alienados. Da mesma forma, não podemos votar no partido X só porque o mundo todo diz que é coisa de gente inteligente ou porque nosso artista favorito declarou apoio a ele. Todos têm interesses em apoiar esse ou aquele candidato mas, na hora de votar, são os nossos interesses que têm de ser levados em consideração.

Por fim, mas não menos importante, vamos exercitar a qualidade que mais exigimos dos políticos: a honestidade. Sejamos honestos com nossa família, com nossos amigos. Sejamos honestos com nossos chefes e subordinados. Sejamos honestos no IR, nas filas, no trânsito. Sejamos honestos nas nossas compras e vendas. Sejamos honestos com nossos valores, sem medo de sermos tachados disso ou daquilo.

Encontrei, num blog amigo, um conselho do nosso atual presidente e gostaria de dividir com os leitores do blog:


Bom voto a todos!

"O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário." Albert Einstein

Um comentário:

  1. OLA
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