22 de agosto de 2010

Aprendendo a observar semelhanças, ao invés de diferenças, com uma criança

No post anterior, falei de um livrinho que comprei na Bienal. É um livro bem pequeno, mas que trata de um assunto muito interessante: a questão da (não) existência de raças humanas. Comecei a ler no metrô, a caminho de casa e, logo no início, um trecho me fez recordar uma situação interessante.

Eis o trecho:

"Parece existir uma noção generalizada de que o conceito de raças humanas e sua indesejável consequência, o racismo, são tão velhos como a humanidade. Há mesmo quem pense neles como parte essencial da "natureza humana". Isso não é verdade." Sérgio D. J. Pena "Humanidade Sem Raças?" PubliFolha

Eis a situação:

Estávamos, eu e meu filho (na época, com 2 anos e meio e recém presenteado com um irmãozinho), em frente à TV, quando surgiu numa propaganda um bebezinho de pele negra. Na mesma hora, o meu filho deu um grito: OLHA MAMÃE! Eu, com 30 anos de informação na cabeça, gelei por dentro, morrendo de medo que ele demonstrasse qualquer sinal de racismo assim tão novinho, e perguntei: o que foi, meu amor? E ele disse: igualzinho ao Pedro!

4 comentários:

  1. Ai que lindo!!! Me emocionei agora!!! Pra você ver como as crianças são puras!

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  2. Que fofo! Com certeza pq vc deu uma boa educação para ele desde de sempre!

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  3. Lindo esse meu netoooo! Por isso, Jesus disse: "Vinde a mim as criancinhas", temos que observá-las e imitá-las.

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